29 janeiro 2013

Inimigos invisíveis




Há uns três meses que sinto uma ansiedade contínua. Há uns dias que consigo me sentir um pouco melhor. Há outros em que a ansiedade é tão grande, que sinto isso no meu físico: sinto dores e pressões na cabeça; a respiração fica prejudicada, falta ar; bate um desânimo, uma tristeza de as coisas estarem assim e me sinto perdida, porque não há a possibilidade de vencer isso de uma vez (e logo!).
Não sei bem como isso começou e por quê. Lembro que no mês que antecedeu o ENEM eu passei a estudar freneticamente, passava quase o dia todo estudando. Isso deve ter causado um desgaste mental muito grande. Quando chegou a véspera do primeiro dia de prova do ENEM, fiquei meio ansiosa, meio nervosa, meio... receosa. Ainda na véspera, depois que almocei, senti que algo tinha ficado preso na minha garganta. E esse algo me incomodou terrivelmente, ainda mais à noite. Mas, mesmo assim, eu pensei que era melhor fazer os dois dias de prova do ENEM e só depois procurar um médico pra ver o que era na minha garganta. Não consegui dormir praticamente nada na véspera do primeiro dia de prova e nem no segundo dia de prova. Eu estava cansada mentalmente pela falta de sono e ainda muito ansiosa quanto pela prova tanto pela "coisa entalada" na garganta. Na madrugada de segunda, eu passei muito mal com "a coisa entalada" na garganta. Passei mal como nunca tinha passado antes. Eu estava com muito sono, muito mesmo e não conseguia dormir há umas três noites. Então comecei a sentir uma ameaça de desmaio, senti uma vibração no meu pescoço, como se os músculos todos dele estivessem se contraindo, comecei a ficar sem ar. Meus pais me levaram para um hospital e, no caminho, meus braços começaram a adormecer e eu achei mesmo que ia morrer ali, no carro mesmo. E, obviamente (porque estou escrevendo isso aqui ~risos~), não morri. Foi feito uma endoscopia digestiva alta. A médica que fez o exame disse que não havia nada preso na minha garganta, mas também não falou do resultado do exame. Mas, chegando em casa, vi que tinha dado no exame que eu tinha esofagite, o grau mais leve. Alguns dias depois procuramos um médico especialista e ele passou remédios pra tratar da tal esofagite. Ah, e disse que eu não poderia mais comer chocolate, café, alimentos gordurosos e refrigerantes. Sinto saudade de chocolates e de um café bem gostoso. Café descafeinado não é lá muito bom.
Tomei os remédios pelo tempo pedido pelo médico, mas a sensação de bolo na garganta não passava e ainda não passou. Há dias em que sinto menos esse tal bolo, mas há outros que a sensação é terrivelmente incômoda e a ansiedade aumenta ainda mais.
Sinceramente, eu não sei bem o que causou essa ansiedade excessiva. Suspeito que um dos fatores pra que eu me tornasse ansiosa e com medo foi devido ao estresse causado pelos sintomas da esofagite. E, claro, juntou também com a apreensão com o resultado ENEM. Confesso que senti medo de não passar na UFAL, porque, puxa, pensava cá com meus botões “Estou ficando velha! Preciso estudar, ter uma carreira, não posso ficar nessa inercia pra sempre...”. Admito que me coloquei muita pressão e isso me fez um mal enorme.
Depois de descobrir a esofagite, comecei a ter muitos sintomas chatos, mas não decorrentes da esofagite, e sim do estresse, da ansiedade. Antes eu não sabia que eram sintomas de estresse e da ansiedade. Tive umas três crises que eu julgo ter sido de pânico. A primeira foi depois do ENEM, na madrugada de uma segunda. A segunda foi pela manhã de um dia de quarta. E a terceira foi no dia do aniversário da minha mãe (sim, que belo presente dei a minha mãe!), à noite. E todas as vezes foram os mesmos sintomas: pressão na cabeça, falta de ar, formigamento nos braços e taquicardia. Nessa terceira vez, fiquei internada por quatro dias. Durante a minha internação, fiz vários exames e todos eles deram normais. Fiz tomografia e ressonância magnética com contraste pra saber o que tinha de errado com a minha cabeça, porque desconfiei de mil e uma coisas (tumor, aneurisma, etc) devido às sensações que eu tinha de pressão na cabeça, dores e outras coisas estranhas na minha cabecinha. Não deu nada, absolutamente nada. Nenhuma coisinha de anormal. Tudo apontou para uma única coisa: problemas de cunho emocional.
Há pessoas que acham que quem sofre com problemas emocionais é fraco e acomodado. E, cara, não é assim. Ter síndrome do pânico (ou qualquer outra coisa do gênero) não é uma escolha. A batalha contra um problema psicológico é muito mais difícil do que um problema físico. É uma luta contra um inimigo invisível. E ainda tem gente que fala que quem sofre disso é fraco? Muito pelo contrário, todos os dias é uma luta constante contra uma ansiedade implacável. Não é fácil viver com um medo ininterrupto de sair de casa e passar mal. E é preciso ser muito forte pra não desistir de viver. É preciso ser forte pra acreditar que essa agonia um dia vai acabar, que é só uma fase ruim e que a vida não será sempre assim. É preciso procurar ajuda de um profissional, seja um psicólogo ou psiquiatra. É preciso arrostar os medos. É preciso ter força, muita força. E nunca desistir. Nunca fugir.
Há três meses que eu não nadava. Por quê? Porque da última vez que nadei, passei mal, deu uma tontura, um medo estranho. E, depois disso, eu meio que fiquei com medo de voltar a nadar e passar mal de novo.
Quem me conhece, sempre soube da minha paixão pela natação, sempre soube do bem que a natação me fazia. E, de uma hora pra outra, a coisa que eu mais amava fazer estava me causando medo? A vida é irônica. Mas, depois de pensar, concluí que não era a piscina que me amedrontava. É o medo de ter medo. É o medo de passar mal. É um medo irracional de que as coisas vão dar errado e que eu vou sentir a pressão na cabeça de novo e que o coração vai acelerar e de que o ar vai faltar. Isso é angustiante. E me dói profundamente quando as pessoas insinuam que isso que eu sinto é fraqueza e comodismo. Hoje eu enfrentei os meus medos. Saí de casa sozinha como não fazia há meses. Fui a piscina. Nadei. A primeira volta na piscina foi algo muito estranho. Eu estava muito desacostumada a nadar e eu estava com medo de algo dar errado também. Eu senti a pressão da água e isso foi meio desconcertante no começo, mas, no decorrer das voltas na piscina, a sensação foi passando e eu comecei a me sentir em casa. Não como antes, porque fazia muito tempo que eu não me exercitava e a ansiedade não foi embora. Mas foi bom, de uma maneira diferente. Foi maravilhoso vencer o medo e conseguir nadar. Eu sei que será cada vez melhor à medida que eu for mais vezes. Eu sei que vou voltar a me sentir em casa como era antes. Eu sei que, ao longo do tratamento com a psicóloga, as coisas vão melhorar e essa ansiedade, pouco a pouco, vai me deixar. Eu sei que é só uma fase. Eu sei que eu vou vencer isso. Eu sou FERRO.
Continuarei lutando todos os dias contra esses meus inimigos invisíveis. Permanecerei arrostando essa ansiedade desgraçada que não quer me largar. Ela vai ter que desistir de mim, porque eu não vou desistir de expulsá-la da minha vida.
Eu pensei muito se eu deveria ou não escrever esse post. Acho que eu nunca fui tão clara aqui no blog. Falei exatamente o que eu sinto e da maneira que eu sinto. Esse post está digno de um diário, mas eu precisava postar isso aqui.
O objetivo do post? Conscientizar as pessoas, aquelas leigas e aquelas que são maldosas mesmo. Um problema psicológico não é frescura e nem é fraqueza. Não é só "pensar positivo" pra sair da merda. Se fosse só pensar positivo, eu já teria saído dessa há muito tempo. É mais que pensar positivo. É um mais que eu não descobri ainda o que é, mas vou descobrir e vou usar esse mais pra derrotar essa ansiedade. E outra coisa: qualquer um pode ser vítima de uma depressão, de uma síndrome do pânico ou de qualquer outra coisa do tipo. Nunca se sabe quando a nossa mente vai cair numa cilada.
Hoje eu estou feliz, meio cansada porque nunca mais tinha me exercitado, mas bem. Estou feliz com a minha vitória sobre o medo. Medo, o placar de hoje foi 1 x 0 pra mim, hein?

* * *
Por hoje, é isso. Eu precisava desabafar, precisava dar esse recado a vocês e precisava registrar a minha ida a piscina.
Curtam a página do blog e sigam no Twitter.
Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!

17 comentários:

  1. É isso aí, Erica! Vc, mais do que nunca, mostrando que tem muita coragem e que nao eh qualquer obstáculo que vai te impedir de ser quem vc quer ser.
    mesmo estando distante de vc, eu torço para q vc esteja bem, e ponha seus planos em prática, se aventure, corra riscos, viva o q tiver vontade.
    Tem muita gente mesmo que acha q essas coisas sao frescura ou desculpa pra se acomodar, mas sabemos q nao eh, e isso piora mais a percepção das pessoas q passam por esses problemas.
    Que bom que vc está sempre deixando seus recados, quem sabe essas tais pessoas aprendam!
    bjoo!

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  2. Sou uma pessoa extremamente ansiosa e isso me prejudica de diversas formas, em sono, sintomas dos mais variados tipos, mas que não caracterizam uma sindrome do pânico. No entanto já convivi de perto com pessoas que tinham e sei o sofrimento por que elas passam, é realmente algo que deixa a pessoa incapacitada para vida normal e precisa de tratamento.

    Beijocas

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  3. Bom, já sofri de síndrome do pânico e hoje sofro de TAG (transtorno de ansiedade generalizada) e é bem tensa, pois atrapalha a concentração e com isso estudos e afins, mas estou fazendo tratamento e vou melhorando, com medicamentos certos e terapia.
    Espero que tu também melhore logo e parabéns pela vitória!

    Beijos

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  4. Erica eu não sabia que esse era o motivo de você está longe da água, pensei que você estava de férias! A parte isso, me identifico muito com seu post, tenho padecido de muitos de seus sintomas... É triste confessar isso, te admiro pela coragem, eu ainda não tive coragem, as pessoas sempre estão me apoiando tanto, me colocando tanto para frente que eu tenho vergonha de confessar como tenho andado.... Que bom que você voltou a piscina, sinto que esse é seu elemento! Você me perguntou via face o que achei do post, eu tive que tomar um pouco de coragem para responder, porque ainda não me sinto bem para falar a respeito... Ando fugindo disso, dessa sensação, desse bolo, dessa coisa que me faz chorar por nada... me tira o eixo de equilíbrio, a fome e a vontade de viver, parece que nada faz sentido e nós vamos vivendo porque é o jeito e lamentar não é algo possível porque bem, para que preocupar os outros néh?!?!?

    Vou parar por aqui porque vc precisa de animo!!! Força Erica, continue nadando, nadar é preciso!!!

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  5. Uma vez senti bolo na garganta, que era mais um aperto + dificuldade de respirar + taquicardia + crise de choro incontrolável sem motivo... Não gosto de colocar rótulos, tipo sindrome do pânico, mas sei que foi um episodio de stress e depressão intensos, por um motivo específico. Mas, acredito que tinha várias coisas somadas, como a minha própria personalidade difícil que dificultava tudo na minha vida. Na época foi terrivel, achei que ia morrer. Acho que o pior é a solidão de saber que só você sente e só você sabe e também o pânico de aquilo não ter jeito... Mas, eu melhorei e aprendi que os problemas emocionais também tem jeito, por mais incapacitantes que sejam. O tempo tem a capacidade incrivel de curar, tudo passa MESMO. O que fica é o crescimento e se você sober trabalhar o medo, se torna mais forte, pois afinal você não morreu quando achou que ia, então não é qualquer coisa que vai te matar! rs! Parabéns por ter conseguido voltar a àgua, mas nunca deixe de ser gentil e paciente com você mesma, isso não tem nada a ver com acomodação. Abraços!

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  6. Ferro, sabe, você é um exemplo... Não sei quais as pessoas que insinuaram aquelas coisas, mas pra mim você é um grande exemplo... Mesmo passando por tudo isso, o seu pensamento e força de vontade são divinos, vêm da sua alma que berra por um grito de vitória, o qual eu sei que você terá! Me arrepiei numa parte do texto e concordo com você em tudo...
    Quando eu tinha 16 anos também tive alguns ataques de pânico, meu coração acelerava, eu precisava ir ao banheiro toda hora, não aguentava (não suportava) permanecer na sala de aula, minha cabeça explodia e parecia que eu não ia aguentar. Eu superei isso e me renovei, não sei explicar como, mas superei... Encontrei alguma resposta dentro de mim mesma, conforto dos familiares e orações. Eu tenho certeza que assim como eu e até mais, você vai superar esses momentos que parecem não serem fáceis agora e vai se sentir mais forte e ferro do que já é!! Cada passinho já é um grande avanço contra esse medo que quer devorar, mas que não vai te devorar!!!
    Minha mãe disse e eu concordo, não precisamos entrar na faculdade de imediato e etc, tudo tem o seu momento certo e este momento certo não precisa ser pressionado, sufocado, aterrorizado... Encare-o como mais uma fase boa da vida e não uma obrigação de dever estudar e etc, encare-o como um dia de verão e não um de guerra, tranquilidade sempre (sei que não é fácil).
    Te desejo tudo de bom com a certeza de que grandes conquistas te aguardam, porque essa pedra no seu caminho já está ficando para trás!

    Beiiiijos e saudades,

    da vizinha

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  7. Parabéns pela coragem de escrever e de enfrentar o seu medo.

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  8. Uma doença psicológica é mais séria que uma física, afinal é um tratamento subjetivo.

    Não sei se te falei na época, mas logo que tu veio com esses sintomas eu me disse "Isso é psicológico". Não, não sou vidente, o ENEM tava ali. Já te disse mil vezes e te digo mais uma: tu tem que parar de se pressionar, de fantasiar, de imaginar mil possibilidades de consequência do que tu faz. Tu tem que viver o já, o agora, acreditar em ti, acreditar no que tu faz. O que tiver que ser, será.

    Sim, eu sei, é mais fácil falar do que fazer, mas o primeiro passo é te perguntar qual é o problema e aceitá-lo, aceitá-lo de verdade, procurar corrigi-lo aos pouquinhos, aceitar que pode ser legal ir à um psicólogo ou sei lá.

    O maior problema dos problemas psicológicos é que ninguém pode te ajudar a não ser tu mesma, seja buscando novas interpretações para o que acontece ao mundo ao teu redor ou aceitando que certas coisas não podem ser mudadas. Falo por mim, que com todas as minhas nóias familiares descobri aos poucos como não enlouquecer de vez.

    Enfim, é isso. E lembre das palavras do Ultraje:

    "Você precisa ter coragem pra cair
    Coragem pra levantar
    Coragem pra decidir
    Coragem pra ganhar"

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  9. Bah, Erica, você já é uma vencedora por não estar deixando se enfraquecer diante o medo, a ansiedade, ou seja lá qual sintoma ruim que podes sentir. Estás sendo forte e seu post pode ajudar mais pessoas que estejam assim também, continue assim, pelo seu bem e das pessoas que a amam ><

    Beijos

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  10. Que bom que você teve coragem de enfrentar seus medos, Ferro não está só no seu sobrenome como também no seu sangue. de todo coração mesmo espero que tudo continue melhorando para ti.
    Beijos

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  11. Se cuida viu? Esofagite não pode brincar.

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  12. Uau, Erica!

    Também sou bastante ansiosa, ano passado fiquei mais de um mês sem sentir 3 dedos da minha mão direita por causa do meu emocional desestabilizado, mas aos poucos fui aprendendo a lidar e a cada dia é uma nova batalha!

    Não suporto pessoas dizendo que problemas assim são frescuras ou fraquezas, muito pelo contrário, são piores do que doenças causadas por vírus ou bactérias. Uma coisa é tratar o corpo, outra é a mente. Por mais que existam medicamentos, eles mexem com o cérebro e são complexos, cheio de efeitos colaterais difíceis e imprevisíveis!

    E natação é uma benção mesmo, hein? Sinto tanta falta de nadar, você não faz ideia! E fiquei muito feliz por você ter se superado! Pequenas conquistas assim fazem uma grande diferença!

    Beijão :*

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  13. Eu sou uma pessoa extremamente ansiosa! Meus sintomas nunca foram tão graves quanto os seus, mas eu também não consigo dormir, tenho dificuldade de respirar, de desligar minha mente! É terrível. Este ano eu sei que vai ser um ano daqueles, com TCC, reformas, noivado... Espero que eu consiga manter o equilíbrio!

    Beijo, e continue vencendo seus medos. :)

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  14. Nossa, Ericona! Que triste isso tudo.
    Mas problemas psicológicos são tristes mesmo... eu já tive gastrite nervosa por causa de certas coisas há um tempo atrás também. Hoje não tenho mais, porque o que causava já passou, mas vou te falar.. tenho certos problemas, que não sei o que é.. é um medo de sair de casa mesmo, medo de falar com as pessoas.. quando isso acontece me forço a ir pra faculdade mesmo assim, só pra não preocupar minha mãe... às vezes eu penso que deveria procurar um psicólogo.. sei que lá UF tem um pra atender os alunos e funcionários, mas sempre desisto de ir antes de chegar lá...
    E que bom que você está se tratando, logo você vai tá melhor! Minha mãe já teve alguns problemas assim, quando eu era pequena, acho que era Síndrome do pânico.. ela não encontrava emprego de jeito nenhum e isso começou a mexer com o psicológico dela.. ela se tratou e melhorou bastante e depois que ela arrumou emprego não sentiu mais nada. Não deixe de nadar, fazer o que gosta e manter a mente ocupada ajuda muito!

    Força Ericona!


    (Ah, não sei se vou atualizar muito o blog, mas por causa de uma insônia que rolou ontem, depois de quase um ano tem texto novo lá :D
    Mudei o nome do blog tbm, se quiser ler o que escrevi, agora é http://my-poorbrain.blogspot.com.br/ )

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  15. Olá flor! Sempre enfrentamos momentos difíceis na vida...mas que passam. Espero que esse passe logo em sua vida. Força e coragem...Adorei que confidenciou tudo conosco leitores. Tudo vai dar certo...temos que persistir sempre!
    Beijos!
    Paloma Viricio- Jornalismo na Alma

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  16. Oi Erica, tudo bem flor?
    Post incrivel, e uma super conscientização. Eu nunca passei nem por algo parecido, mas conheço pessoas que já passaram por crises semelhantes e que tiveram acompanhamento e que hoje estão sem tomar os remédios. Flor, você sabe que torço por você e tenho certeza que você vai vencer tudo isso, mesmo que leve um tempo. Parabéns por essa pequena vitória e que venham muitas outras.
    Abraços,
    Amanda Almeida

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  17. Nossa Érica que barra você passou, muita ansiedade que te fez até ser internada, amiga não sei se isso vai te ajudar mas...minha mãe é muito ansiosa, então ela sentia o mesmo que vc pressão forte na cabeça, taquicardia, formigamento e teve medo de ser tumor e talz e foi a uma neuro, ela disse que era ansiedade, que ela devia viver mais leve, se preocupar menos e que um psicologo poderia dar essa alividada e passou um calmante para isso, depois realmente todos os sintomas passaram e ela hj está ótima e não toma mais nada, foi algo passageiro e acho que com você tbm é, então relaxe mais, ocupe seu tempo com coisas que te deixam bem e despreocupada, beeijinhos amiga

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