Título: Frozen (Original) / Frozen – Uma Aventura Congelante (Brasil)
Ano de produção: 2013
Direção: Chris Buck e Jennifer Lee
Estreia mundial: 27 de Novembro de 2013 Estreia no Brasil: 03 de Janeiro de 2014
Duração: 102 minutos
Classificação: Livre
Gênero: Animação, aventura, família
País de origem: Estados Unidos
Sinopse: Uma profecia condena um reino a um inverno eterno, então Anna precisa se unir a Kristoff, um ousado homem da montanha, na maior de todas as aventuras para encontrar sua irmã, a Rainha da Neve e pôr um fim no feitiço gelado. Encontrando criaturas míticas, mágicas e extremas como o Everest a cada passo, Anna e Kristoff enfrentam os elementos da natureza em uma corrida para salvar o reino da destruição.
Na última sexta-feira, resolvi aceitar um convite de uma amiga de curso da Biblio/UFAL para assistir Frozen – Uma aventura congelante no cinema. Fiquei sabendo da animação através da fan page do Fábio Porchat, pois ele dubla o bonequinho de gelo mais gracinha (beijo, Hebe!) do Universo.
Sabia do Fábio ator, roteirista, humorista, mas dublador era novidade. Precisava conferir de pertinho essa outra faceta do querido Porchat.
Cheguei dez minutos antes da sessão e, que loucura, só tinham vendido três ingressos. A sala de cinema seria praticamente só minha e da minha amiga. Nos sentimos verdadeiras divas... Até que chegaram mais algumas pessoas. Só algumas. Brincamos dizendo que eram penetras e, como somos boas pessoas, deixaríamos eles assistirem Frozen conosco.
Entrei na sala sem muita expectativa sobre o filme ser assim ou assado. Mesmo porque nunca assisti uma animação que fosse ruim (aliás, tenho problema com Up! Altas Aventuras, suspeito que contenha doses de Rivotril nele... já me dispus a vê-lo umas quatro vezes, porém, pouco depois de começar o filme, sempre mergulho num sono tão bom... será que Freud explica isso?), então sabia que seria bom. Foi melhor do que eu esperava, na verdade.
Contando um pouco da estória, Elsa, é uma menina que tem um poder inusitado: suas mãos tem o poder de congelar e/ou de criar qualquer coisa de gelo. Anna, sua irmã mais nova, é uma criaturinha dócil e serelepe. Adora a irmã Elsa por ela fazer coisas incríveis com o seu poder só pra diversão delas. Numa dessas brincadeiras, algo dá errado e Elsa, por decisão dos pais, passa a viver reclusa, trancada em seu próprio quarto, sem contato com praticamente ninguém. Sua irmã Anna não consegue entender por que Elsa não se aproxima mais dela e/ou impede a sua aproximação. Há uma passagem de tempo.
Pelo fato de Elsa, a princesa mais velha viver isoladamente, Anna também vive solitária e sem conhecer nada do mundo externo. Na coroação de sua irmã, Anna passa a conhecer o mundo e também o motivo pela qual a irmã se isolou por tanto tempo.
E é então que começa toda a aventura. Do começo ao fim, Frozen trata de amor. Elsa, por medo de machucar alguém que ama, se isola do mundo e se fecha cada vez mais em si mesma. Anna, ao se aventurar pelas montanhas congeladas e caminhos atravancados pelo gelo, tem uma bonita noção do que é o amor.
Cheguei a traçar o final do filme, mas Frozen me surpreendeu positivamente. O amor, na sua mais bela e pura forma, foi que salvou o reino das irmãs Elsa e Anna.
Quero comentar, agora, sobre os personagens. As irmãs são encantadoras, cada qual a sua maneira. Elsa é a razão, a que pondera antes de concluir algo. A Anna é ingênua, estabanada, divertida e serelepe. Hans é uma caixinha de surpresas. Kristoff é amável, apesar de querer parecer turrão. Ah, e o Olaf...! O Olaf é pura fofura! Não sei se eu me encantei pelo Olaf pelo fato de a voz dele ser a do Porchat. É, deve ter sido por isso mesmo (beijo, Porchat!). A risadinha que o Porchat criou para o Olaf é tão, mas tão gostosa. Ficava deliciada toda vez que Olaf ria. E ria também.
A lição que se pode tirar dessa animação: de nada adianta empurrar os medos com a barriga, fugir do enfrentamento com os nossos algozes interiores. Os medos existem para ser encarados e superados. Quanto mais se teme, mais se afunda e a situação fica cada vez mais complicada. A resolução é essa: encarar o que tiver de ser encarado, resolver o que tiver de ser resolvido e ser feliz (e é agora que vocês tiram onda comigo e dizem "e vivem felizes para sempre"!).
Eu sou uma velha, tenho 23 anos, e penso mesmo que Frozen, vencedor do Globo de Ouro na categoria melhor animação, deve ser visto por todos os públicos. Vocês, que são velhos também, relaxem: não tenham medo de admitir para si mesmos (e para os outros, quem sabe...) que ficaram maravilhados com os cenários de Frozen, que os personagens são mesmo muito bons (principalmente o Olaf!) e que vocês saíram do cinema saltitantes de felicidade após verem essa bela animação. Afinal, eu admiti. Por que vocês não podem admitir, ora bolas?
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* Sinopse e imagens encontradas no Filmow.
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Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!
