(Érica Ferro)
18/03/26
Como salvar uma vida
17/01/17
Sobre você e eu, que não somos nós...
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26/03/16
Sobre o que ceifa o amor
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15/02/14
Para Simbad...
Como seria estar com você ao meu lado meu bem? Como seria ter você enlaçando minha cintura delicadamente, falando pouco, sentindo muito?
Respiro fundo sentindo todo o vazio deixado por tua ausência. Esse sentimento é como uma ferida em minha carne!
Vejo a Aurora por fim a toda a escuridão da noite, não sem esforço deixo meus devaneios de lado. Contemplo a imensidão do céu em seu encontro com o mar, a poderosa glória do sol nascente. Me pego lembrando das velhas palavras do Profeta, as quais recitamos desde nossos tempos de criança:
13/02/14
Quem dera...
Votem no Sacudindo Palavras para que ele seja o vencedor de melhor blog da categoria variedades do TopBlog2013. Não sabem como votar? Cliquem aqui e vejam o tutorial. Desde já, agradeço o apoio.
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Um abraço da @ericona.
Hasta!
30/09/13
Entre o amor e a amizade
Talvez toda aquela impaciência fosse somente pela falta – que ela nunca iria admitir – que ele lhe fazia. Afinal, há quanto tempo eles não se falavam? Era algo que nunca ficaria às claras, não quando isto é confirmado pela boca de uma conquistadora de maus modos.
Enquanto devoro A caçada, de Clive Cussler (logo postarei a resenha aqui), se deliciem com esse conto feito por três gurias arretadas. Sério, amei escrever esse conto com a Allyne e a Rebeca. Cara, acho que estou ficando boa nesse negócio (risos)! Outubro postarei várias resenhas da Novo Conceito. Andei em falta esses meses todos com essas resenhas, mas outubro será o mês em que pretendo pagar boa parte das minhas dívidas em relação a isso. Enfim, é isso. Espero que tenham gostado desse conto escrito pelo trio mais arretado da blogosfera. Sim, porque de modéstia nós entendemos (só que não ~risos~). O pedido de sempre: curtam e sigam o blog nas redes sociais. Um abraço da @ericona. Hasta la vista!
12/09/13
Segunda chance
Ah, quanto tempo que eu não escrevia nada em parceria! E hoje, meio que do nada, surgiu a vontade de escrever em parceria, assim, no improviso, sobre qualquer coisa. Chamei a Becka, guria arretada e blogueira desde sempre, mas que voltou às boas com a blogosfera há poucos dias: "e aí, Becka, vamos escrever um conto em parceria agora?". Ela aceitou numa boa e deu nisso daí que vocês leram acima. Gostaram? Aprovam-nos no "rol das parcerias que dão certo"?
Espero que sim!
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Um abraço da @ericona.
29/06/13
Mais que um amor de segunda-feira.... (Parte final)
Pronto, Joyce e eu postamos o restante do nosso humilde conto! Eu espero, sinceramente, que tenham gostado da nossa parceria. Eu adorei. É sempre bom escrever com uma pessoa que tem uma visão tão doce do amor, que nos convida a refletir sobre os pequenos gestos, sobre as pequenas coisas, coisas que nem percebemos no corre-corre do dia-a-dia e que fazem tanta diferença na nossa vida.
A Joyce é assim em seus escritos: atenta aos mínimos detalhes, não economiza doçura e amor em suas linhas.
Dizem por aí que eu sou bastante melosa escrevendo sobre amor. Não sei se de fato sou. Sei que o amor é um tema constante no meu blog. Isso se deve, obviamente, ao fato de o amor ser extremamente presente na minha vida. Seja em forma de forma prática, real, ou idealizada, platônica.
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Um abraço carinhoso pr'ocês, blogueiros queridos!
Hasta!
26/06/13
Mais que um amor de segunda-feira.... (Parte I)
(risos) Não, não fiquem com raiva de nós por termos parados na melhor parte. É pra dar mais uma emoção à coisa, entendem? Logo mais, postaremos a parte final do conto. E então? Gostaram até agora?(...)(...)Um abraço da @ericona!Hasta la vista!
12/05/13
♫ Escrevo-te estas mal traçadas linhas... ♫
Porque eu sempre tenho que postar essas coisas melosas e fantasiosas por aqui, certo? Senão não seria o meu blog, porque metade do Sacudindo Palavras é amor e a outra metade... também.
As coisas estão um tanto corridas (não lembro se disse isso no post anterior), mas sempre que possível blogarei e visitarei os blogueiros queridos que passam por aqui e sacodem as suas palavras.
Aviso, novamente, que não esqueci de resenhar o livro Proteja-me (primeiro, de muitos, que irei sortear aqui em parceria com a Novo Conceito). É que, como disse linhas antes, a minha vida anda um tanto corrida e, em consequência disso, minhas leituras estão atrasadas.
Sinceramente, eu espero conseguir ler, resenhar e colocar no ar o sorteio de Proteja-me antes do final de maio. Farei o possível.
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Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!
17/01/13
Confia em mim
Ah, como eu queria receber uma carta assim! Tanto queria/quero, que resolvi escrever esse conto.
Quero um Pedro na minha vida!
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Um abraço da @ericona.
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12/12/12
O nome dela é Natasha
Que saudade de postar esses contos mal contados! (risos)
O mundo está cheio de pessoas assim, vazias, incrivelmente insensíveis. Às vezes não nos damos conta, mas estamos mais rodeados de pessoas assim do que podemos imaginar.
Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!
29/01/12
"You were on your own"*
Essa máxima de que ninguém é perfeito é verdadeira, ela sabia, mas por que diabos algumas pessoas não conseguiam entender isso e cobravam dela algo que ela não poderia dar, queriam que ela fosse alguém que ela não conseguia ser, ou melhor, não queria ser? Por quê? Porque as pessoas simplesmente não a aceitavam do jeito que ela era. Ela não conseguia entender. "Pessoas são estranhas", pensava. Não dizia isso com rancor ou ódio. Não, ela não perdia o seu tempo com esses sentimentos destrutivos. Ela só queria sair por aí, sem destino certo, tomar um sorvete num dia quente ou andar pelas ruas, correr e pular num dia chuvoso e cinza. Ela não exigia muito de si mesma, muito menos da vida. Por que, então, as pessoas não a deixavam em paz?
Gostaria de não se preocupar tanto com o que as pessoas pensavam, assim como gostaria que elas não se ocupassem tanto em criticá-la. Seria mais fácil se as pessoas aceitassem sua ajuda, lhe ajudassem quando pudessem, mas não achassem saber que sabiam o que era melhor pra ela. Nessas horas lembrava que quando era pequena e sua mãe a repreendia por algo, ela se encostava num canto e dizia a si mesma “Quando eu crescer, farei o que quiser”. Agora que era crescida não tinha certeza disso, assim como nem sempre estava certa de ter tomado a decisão certa.
Agora, depois de mulher feita, começava a entender que a vida tem mesmo dessas coisas de não se pode fazer tudo aquilo que se quer, que tem essas loucuras de não se saber bem se fez a escolha certa, se trilhou o caminho mais bonito e arborizado. Ela, lenta mas decididamente, começava a enxergar uma beleza em viver assim, sem certezas. Estava quase convencida de que o que tinha de fazer era simplesmente ir vivendo, com a mesma sinceridade que tinha vivido esses anos todos. Certeza? Só a de estar viva. Por hora, isso era o suficiente.
Puxa, já estava com saudade de escrever em parceria com a Seerig! Os nossos "contos mal contados" ficam ótimos, hein, Tchê? (risos)
(...)
Ontem estive no Gurias Arretadas, confira o meu post clicando aqui.
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Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!
17/01/12
A necessidade de se adotar o "dane-se" como estilo de vida
Layla certa vez escreveu em seu diário que, se ela diz que é um amor é uma droga, não no sentido de ser viciante, e sim no sentido de ser uma merda mesmo, não quer dizer que ela esteja sofrendo de amor, ou, sei lá, já sofreu e isso deixou marcas profundas nela. Foi só uma constatação. Ela só viu pessoas se ferrando por causa disso de amor e resolveu comentar sobre o que viu. Acrescentou mais: se eu tiver a audácia de externar isso a outrem, escutarei coisas sobre as virtudes do amor, ou ainda sobre como os sofrimentos do amor nos fazem crescer, evoluir, ou outra idiotice do gênero. Ou ainda, a que eu mais detestaria que me dissessem: "não sofra assim, Layla. Quer um abraço?".
A verdade é que nos tempos em que vivemos ninguém pode dizer nada, ninguém pode fazer nada, ninguém pode querer nada sem ser aconselhado, apontado ou ridicularizado por alguém se acha muito qualificado para opinar sobre você e sua vida, mas que na verdade não passa de um panaca que deveria cuidar da própria vida.
A resolução da problemática toda é simples: ou você aprende a lidar com isso, mandando todos se ferrarem e exigindo que lhe deixem viver a sua vida em paz, ou você entra numa crise de ira que só irá terminar quando o mundo se desfizer numa explosão tremendamente enorme e todos os panacas morrerem. Se bem que quando isso ocorrer você morrerá também, então acho que o melhor é acatar com carinho a primeira opção.
Disse que ia escrever mais frequentemente, mas eu não tenho mesmo jeito.
O bom é que posso culpar a internet, que não ainda muito amigável nesses dias. Vive caindo e tudo o mais.
A verdade é que ando procrastinando muito. Vira ano, mas a gente continua com as velhas manias. Preciso largar isso de adiar tarefas que me dão prazer. Falo de escrever, de ler e de assistir seriados. Enfim, paremos de procrastinar! A vida é muito curta para isso.
Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!
23/11/11
Pollyana era humana
Nem quando veio ao mundo nem em sua estadia por ele. E essa foi a sua morte.
Reservada desde muito pequena, nunca revelava o que sentia, o que lhe incomodava ou doía. E isso foi o que a matou.
Pollyana, você não conseguia ver, mas eu sempre estava com você, bem ao seu lado, prestes a lhe estender a mão, a lhe envolver em um abraço. Mas você não me via... E isso me destruiu um pouco por dentro.
Por que sempre pra você foi tarefa árdua pedir socorro? Quem meteu-lhe na cabeça que admitir que não somos autossuficientes e que por vezes precisamos, sim, de ajuda é fraqueza? Não, Pollyana, isso não é e nunca foi fraqueza. Isso é ser humano.
Mas... você não pode mais me ouvir. Ou pode? Você pode me ouvir de onde está, Pollyana? Onde você está, Pollyana?
As lágrimas rolam impiedosas por minha face porque eu não posso mais ver você, tampouco ouvir a sua linda voz, que, por mais clichê que isso possa parecer, era música aos meus ouvidos.
Pollyana, por que não me deixou cuidar de você? Por que sequer disse ou demonstrou que sofria? Por que se mostrava tão forte quando na verdade era vulnerável, uma menininha assustada, necessitada de um ombro, de um abraço, de um afago? Por que, Pollyana?! Eu nunca vou entender por que você fez isso consigo mesma. Nunca vou entender por que se mostrava tão indiferente aos seus fantasmas. Olha o que eles fizeram contigo, minha amada! Mataram-na!
Ah, sinto-me esgotado! Estou estafado de tanta tristeza e dor!
Os jornais disseram que você tinha se suicidado, minha doce Polly. Não, você nunca poderia ter se suicidado. Não você, minha Polly, tão inteligente, centrada, cheia de planos, de ideias e ideais admiráveis. Não, eu só poderia crer que havia sido um acidente, um terrível acidente, até que encontrei os seus diários... Através deles descobri quem você realmente foi. Sensível, frágil, assustadoramente solitária.
Não te amei menos por conhecer as suas fraquezas, seus medos, por ter ficado cara a cara com os seus demônios. Te amei mais, Pollyana. Te amei porque finalmente soube que você não era a perfeição que demonstrava ser. Te amei porque te descobri humana. Pena que você nunca me viu, Pollyana... Eu que estive sempre ao seu lado.
Mais uma das ideias que surgem do nada e resultam em textos/contos terrivelmente depressivos e tristes. Curiosamente, gosto de dar asas à imaginação e produzir estórias assim. São dolorosas, mas podem, perfeitamente, serem reais. Podem e são reais.
(...)
Eh bien, sábado estive no Gurias Arretadas.
Para ler o meu post, é só clicar aqui.
(...)
Um abraço da @ericona,
a desvairada.
Hasta la vista!
17/11/11
She & He
Ontem eu estava sob um céu de luzes e no lugar perfeito. Tudo era lindo e de bom gosto, mas enquanto se cantava a paz, eu via a mágoa nos olhos dela; e nos olhos dele, aquele velho ar indiferente. Eu não sabia o que eram contradições, mas ali eu pude ver claramente o que poderiam ser.
Ela não podia simplesmente esquecer as faltas dele, muito menos fechar os olhos para os erros que ele cometera para com ela. Ela não é do tipo que ignora o que arde dentro de si. Só havia algo nele que a incomodava mais do que qualquer falha que ele já cometera ou poderia cometer: o jeito aparentemente frio que ele adorava adotar quando ela mais precisava de calor e compreensão.
E tudo perdeu momentaneamente a graça pelo fato de que o mundo tinha que girar ao redor dele, ela é quem deveria entender isso. Ele apenas fingia que não escutava e que não sabia das coisas que a faziam feliz.
O mundo girar em torno dele não era o principal problema. Ela nunca foi mesmo de exigir papel principal nas raras peças das quais participara. Ela só queria que ele parasse um pouco de fingir não enxergar os seus desejos e que finalmente trabalhasse em prol da realização dos mesmos. Ela nunca pedira demais, e ele sabia disso. Tudo estava ao alcance dele. Bastava que ele engolisse o orgulho, tirasse a capa da indiferença e a abraçasse daquela maneira que ela tanto gostava. Quando ela estava nos braços dele, inexistiam problemas e tudo que não a fazia bem.
“Por que era tão difícil mudar algo? Por que ele era assim? Por que eu exijo tanto de nós dois?” Ela se questionava e investigava em si as causas destes problemas, mal sabendo que ele ainda pensa nela do mesmo modo que antes, que tudo entre eles ainda é completo.
O que ele tem é medo de admitir que está assustado, que as novas mudanças também o afetaram e que este é o único modo pelo qual ele aprendeu a se defender das adversidades que os cercam. É difícil sobreviver a uma crise, porém mais complicado é abrir mão de toda uma série de sentimentos por uma situação mal resolvida.
Que se sabe que nada mais é do que superficial, pois não se prende ao mundo do coração. Que tudo, por mais grave que seja, quando é realmente importante, sobrevive aos conflitos e às desavenças mais ferrenhas.
Allyne Araújo & Erica Ferro
* * *
Yeaaah! Finalmente Allyne e eu conseguimos escrever algo em parceria! O mais curioso é que praticamente todo esse conto foi criado por SMS. Isso mesmo, por SMS! Aliás, adoro passar horas conversando por SMS com a fofura da Allyne.
Allyne, guria arretada, adorei escrever esse conto contigo. Que venham tantos outros contos e textos em parceria com a sua gentil pessoa!
Ah! Já ia esquecendo de avisar que sábado passado estive no Gurias Arretadas. Confira clicando aqui. Um abraço da @ericona, a desvairada.
29/09/11
Amor atemporal
Refleti, entendi e hoje creio nessas duras, porém, sábias palavras.
Não, realmente não há. Mas que diabos! Viver é como andar numa corda bamba com o chão a 100 metros de você. Há gente que morre de medo de correr riscos. Há quem tenha verdadeiro fascínio por viver cercado pela morte, pelo perigo, simplesmente por achar isso divertido. Eu não sei que tipo de gente eu sou. Pelo amor de Deus, não diga-me que vivo em cima do muro, que não tenho o desprendimento suficiente para decidir entre uma coisa e outra. Não que não seja verdade, mas não diga, ora! Ao longo dos meus 50 anos, tenho escutado tanto isso. Até de minha Maria Lúcia, minha eterna namorada, minha esposa, minha amada! E em pensar que, nos meus momentos de irracional fúria, pensei em mandá-la para Marte por aconselhar-me, por dizer o que eu precisava ouvir. É que eu não entendia. E agora eu entendo, entendo tanto, entendo tudo! Eu sempre soube da intensidade do meu amor, do meu apreço e do quanto necessito de Maria Lúcia, mas agora é diferente. Oh céus, é tão diferente...! Oh, amigos, perdoem-me as lágrimas que saem nervosas de meus olhos nesse momento. Maria Lúcia, a minha Maria Lúcia, foi diagnosticada com uma doença incurável, está em estado terminal, com uma expectativa de vida máxima de seis meses! Não pode ser verdade, não pode, não pode! Oh, por Deus, não pode ser verdade! Deus, cura a minha Maria Lúcia! Como viverei sem ela? Deus do céu, por que não percebi que havia algo de errado com ela antes? Culpo-me tanto, tanto, tanto! Ainda que os médicos digam: "Senhor Pedro, não é culpa sua, acalme-se. É um caso tão raro, os sintomas foram tão sutis, é compreensível que nem ela mesma tenha percebido logo. Não se martirize assim, matenha a calma."
Não! Não consigo me acalmar! Sinto-me mortificado por dentro, com o coração em frangalhos, a alma entorpecida pela tristeza, pela desolação.
Meu Deus! Maria Lúcia, minha doce Maria Lúcia, 48 anos, tanto vida pela frente... Destino, com qual direito roubaste a vida de minha amada? Com qual direito?!
Ah, mesmo definhando dia a dia, Maria Lúcia tem se mantido forte, com o seu sorriso incomparavelmente belo, com suas feições plácidas, como se quisesse dizer: "Pedro, não chore, eu estou bem, apesar de tudo. Seja forte, como eu tenho tentado ser forte. Eu te amo. Para sempre vou te amar, você sabe disso...".
Deus, não é justo! Morrer assim não é justo! A morte não é justa! Nada nessa vida é justo! Não há justiça!
Sinto-me desolado, porém preciso me recompor, juntar as poucas forças que me restaram e encarar essa dura realidade que vivo hoje. Maria Lúcia precisa de mim, do meu amor, do meu apoio. Tentarei ser um homem forte, só por ti, Maria Lúcia! Estarei contigo em todos os teus momentos, de dor ou de agonia. Não te deixarei sozinha nem por um só momento, mesmo que vê-la morrendo aos poucos me mate também. Nunca me perdoaria se sucumbisse a minha própria covardia e deixasse de te amparar nesse momento que mais precisas de mim, minha eterna namorada.
Não sei de onde tirei inspiração para escrever esse conto, sinceramente.
Simplesmente comecei a escrever e, quando vi, dei a vida a essa história tão tocante.
(...)
Notícias sobre a Erica Ferro: está cada vez mais enlouquecida
pela proximidade da prova do ENEM.
Tem tentado estudar o máximo que pode.
Espera honestamente entrar na UFAL ano que vem.
Biblioteconomia é o que ela pretende cursar.
(...)
Hasta, amigos!
Um abraço da @ericona.
20/08/11
Moleque travesso
A vida tem dessas coisas confusas e aparentemente sem lógica, Pietro.
Continuarei lhe querendo muito bem.
Perdoe-me e siga em frente. Tentarei fazer o mesmo.
Virgínia
Mais do mesmo. Sim, postagem dramática, melosa e fictícia. Adoro escrever coisas assim!
Hoje estou no Gurias Arretadas. Visitem-me.
Hasta la vista!
Um abraço da @ericona.




