terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Sobre você e eu, que não somos nós...


Ei, eu queria que você soubesse que eu gosto de você. Eu gosto um bocado, na verdade. Sendo ainda mais sincera, eu amo você. Não é culpa sua, fique tranquilo. Não temos culpa de despertarmos amor em outra pessoa, muito menos somos obrigados a corresponder. Não vou chover no molhado, tentando bolar teorias sobre como nasce o amor e as suas razões. Muita gente já tentou e teve resultados melhores do que eu jamais poderia alcançar em mil anos. Leia os poemas de Vinícius, Drummond, Quintana e outros aí. O amor é tudo aquilo que eles dizem, e bem mais. O amor é... É isso: ele é. Alguém provavelmente já disse isso, e não estou aqui plagiando as palavras de alguma outra pessoa. Estou constatando que o amor é. Ele simplesmente é. Não há como defini-lo, apenas senti-lo. Isso começou até bem, mas vejo que enveredou por um caminho de palavras clichês. Eu não consigo fugir muito dos clichês. Vai ver eu sou um clichê. Vai saber...

O fato é que eu gosto tanto de você. Tanto. Mas não se assuste, por favor, com essas minhas declarações. Apenas guarde essas palavrinhas num canto bacana da sua memória e fique feliz porque alguém te gosta pra caramba, de você por inteiro, exatamente do jeito que você é. Eu não mudaria nada em você, não porque você seja perfeito. Você deve ter uma porrada de defeitos. Com certeza tem. Mas, olha, me desculpa, no momento não consigo ver porque estou muito concentrada nas suas qualidades e em como é bom estar perto de você e te abraçar sempre que possível. Eu sou cheia de defeitos. Cheia. E você vai descobrir isso aos poucos. Espero que eles não afastem você de mim.

Eu gosto de você, pra valer. Porém, é algo tão bonito, tão precioso, que acho que não quero que saia do meu campo de ideias. Porque se um dia fôssemos "nós" e depois não pudéssemos mais ser... Eu não sei, iria ser algo difícil de superar. Você entende? Eu sei, é loucura pensar no término de algo que nem começou. E provavelmente nunca começará. Eu sou meio louca, cuidado comigo. Já disse que tomo Rivotril? Pois é, eu tomo. Não é nada demais. Umas gotinhas pra dormir melhor. Ansiedade é algo que tira o sono, sabe? E eu sou de humanas, não tenho paciência nem talento pra contar carneirinhos.

Enfim... Voltemos a você. Ansiedade tira o sono, mas de um jeito bem ruim, porque quase sempre me deixa angustiada, ofegante, inquieta. Você também me tira o sono. Não muito como a ansiedade, claro, mas tira. E é de um jeito maravilhoso, você não tem noção. Quando apoio a cabeça no travesseiro e penso em você, sinto uma paz. Relembro do tom da sua voz, dos seus olhos (seus olhos me encantam!) e do seu sorriso que sorri por nós dois. E aí eu devaneio loucamente. Penso em como seria maravilhoso viajar contigo, e poderia ser pra qualquer lugar. Qualquer lugar seria divertido e inesquecível se estivéssemos juntos, acredite. Você me faz rir e eu te faço rir. Não somos extremamente parecidos, mas temos coisas em comum. Eu te mostro meu mundo e você me mostra o seu. A gente se entende bem, muito bem. O nosso laço é real e é forte, eu sinto.

Quero continuar te vendo sempre que possível. Preciso seguir perto de você. Tenho andado fora dos eixos e você me faz tão bem, me faz voltar a enxergar as coisas como elas realmente são. Você me faz ter esperanças sobre mim e a vida. Mesmo em meio ao caos, mesmo em meio a tudo que pode dar errado, eu sei que posso contar com você e com seu ombro mais que amigo. Não quero que isso se quebre nunca. O que temos é único, é um amor que excede definições ou explicações. Você promete que, independente de tudo o que acontecer daqui pra frente, nunca nos afastaremos? Você jura que sempre haverá um espaço pra mim nesse teu coração que é tão grande e tão lindo? Porque eu juro continuar te amando e cuidando de você, esteja eu onde estiver. E eu prefiro que seja bem perto de você. 

Erica Ferro

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

I'm back, babes!

Eu sei, eu sei, eu sei. Eu sumi. Sumi mesmo. Sumi demais. Vocês me desculpam? Aliás, será que alguém ainda tinha esperanças de eu voltar a blogar? Há alguém aí, do outro lado da tela, com saudades dos meus posts? Se houver, por favor, comente! 😅 
Bem, amigos da Rede Globo, demorei mil anos pra aparecer por aqui. Por quê? Eu estava presa? Estava foragida? Estava internada? Estava no deserto, sem meios de comunicar com a civilização? Pior que não. Não estava presa, muito menos foragida. Não estava internada. Na realidade, o lance é que fui deixando de lado o hábito de escrever e, principalmente, o hábito de postar coisas bacanas aqui no blog. 
Sei lá por que eu sumo. Eu não sou uma pessoa muito normal, isso vocês já perceberam, dadas as vezes que já sumi e ressurgi aqui 😛. Não houve nada traumático que me fizesse querer parar de escrever e/ou blogar. Acho que a preguiça e a procrastinação foram as grandes responsáveis pelo meu afastamento do mundo das letras e da blogosfera. Eu ainda gosto de escrever. Eu amo escrever, melhor dizendo. Posso ter perdido o jeito, mas uma hora eu volto a escrever coisas com algum nexo. Já me sinto feliz em escrever algumas linhas aqui, contando do meu retorno e da minha vontade de ficar. Pensei, com os meus botões, nos últimos dias de 2016, que, a partir de 2017, eu faria o possível para voltar a escrever e permanecer ativa nesse universo blogueiro que eu tanto gosto e que faço parte desde 2008. Tudo bem que estamos na era dos vlogs e canais no YouTube, mas não acho que por isso a blogosfera deve ser deixada de lado e/ou ser extinta. Quem gosta de vídeos, que produza vídeos e seja feliz fazendo isso. Quem gosta de escrever, que escreva e seja muito contente fazendo o que gosta. Tem que haver espaços para os dois universos, pois sem dúvida há pessoas que gostam de acompanhar um ou outro, ou ambos. E o meu universo é o das letras, do escrever, de me comunicar por meio de palavras, de frases e de textos que às vezes fazem algum sentido a quem ler.
Não vou divagar muito sobre o ano que passou nesse post nem traçar metas para 2017. Farei isso, talvez, em um outro post. O post de hoje é só para dar esse rápido aviso de que eu tenho muita pretensão de voltar a blogar com mais frequência, de registrar meus momentos aqui, seja por meio de meus poemas de rima pobre, contos mal contados, reflexões alucinadas e comentários insanos sobre o que leio e assisto. Me faz falta fazer isso, sabem. Eu sinto que preciso voltar. Tenho muito o que externar sobre o que se passa dentro da minha mente e do meu coração. E eu tenho esse cantinho, então vou usá-lo pra fazer isso, como costumava fazer tempos atrás. Afinal, quem escreve, se liberta de amarras e respira melhor quando põe pra fora o que está preso dentro de si. Já disse e repito: escrever é terapêutico. Por que eu andei fugindo dessa terapia que tanto me faz bem, então? Vou deixar de preguiça e de procrastinação. A partir de hoje, dia 4 de janeiro de 2017, voltarei a ser uma pessoa blogante 😜. Viram, né? Eu adoro criar neologismos. 
Espero que vocês, os obstinados que ainda visitam esse meu cantinho, estejam bem, que tenham tido um ótimo segundo semestre em 2016 e que a virada de ano tenha sido tranquila e feliz.
Desejo saúde, paz, felicidades e muito amor a todos 💜. Vivamos da melhor forma que pudermos nos próximos dias de 2017 💖 😏!
Um abraço da @ericona,
Hasta la vista!