29/01/16

Sacudindo Palavras na revista eletrônica obvious!

E aí, povo! Tudo bem com todos vocês?
Quero convidá-los a fazer uma visita ao meu espaço na revista eletrônica obvious.

Sobre a obvious:

"A obvious é uma porta para desvendar novos territórios criativos. Aqui se cruzam as artes, o design, a arquitetura, o cinema, a música e as ciências, abrindo pistas às mentes curiosas e revelando novas tendências.
Uma das maiores referências no Brasil e Portugal, com uma audiência de milhões de leitores."
(Descrição extraída da fan page da revista) 

Por que escrevo na obvious:

Poder sacudir palavras num espaço no qual há uma imensidão de escritores que escrevem artigos criativos e interessantes é uma oportunidade única de aprendizado e deleite, ao passo que escrever é um prazer e ler os artigos alheios, uma chance de ampliar os pensamentos e conhecimentos.

Alcance da obvious:

A obvious é formada por vários escritores que tem liberdade para escrever e, ao mesmo tempo, têm seus artigos avaliados pelos editores da revista. Quando eles chamam a atenção dos editores, as publicações são escolhidas para comporem a homepage da revista e, posteriormente, são divulgadas nas redes sociais da mesma. No Facebook, a obvious tem 1.053.279; no Twitter, 24,4 mil; e no Instagram, 24 mil.

Meus artigos na obvious:

Publiquei três artigos na obvious até o momento. Os três foram destacados na homepage e divulgados nas redes sociais. Imaginem a minha surpresa ao receber e-mail da revista me avisando que o artigo que eu recém havia postado tinha sido escolhido pelos editores ou votado pelos outros escritores da magazine para ser um dos destaques. Uma sensação pra lá de boa! Não escrevo para ter muitos leitores. Escrevo para que bons leitores possam conhecer as minhas ideias e, quem sabe, se identificar com elas, bem como trocar ideias e acrescentar reflexões pertinentes ao que eu escrevi.
Abaixo, irei deixar o link e o resumo de cada artigo para que vocês possam lê-los. Caso gostem, espalhem-os por aí. 


Nesse artigo, discorro sobre o meu primeiro contato com o escritor moçambicano Mia Couto através do livro O fio das missangas, uma coletânea de 29 contos. Seleciono alguns contos que mais me tocaram e, enlevada, falo da poesia e do lirismo contidos em cada palavra de Mia e o impacto que esses elementos causou em mim.


"Para Sempre Alice" é um filme que nos encaminha a reflexões extremamente válidas sobre a existência. Ao vermos o drama de Alice nos chocamos e nos emocionamos porque a realidade em que ela vive, de um contínuo esquecimento de si e dos outros, é palpável. Poderia ser você ou eu na pele de Alice. Isso é assustador. A vida é um emaranhado mistério. O que temos é o agora. Aproveitemos o presente, pois o depois não pertence a nós.


Permita-se sentir tristeza, dor, desalento. Deixe-se mergulhar na imensidão dos sentimentos. Toda dor é uma oportunidade de evolução e autoconhecimento. Entregar-se às emoções é sentir-se (mais) humano. A ciranda da vida não para e nós devemos nos manter em movimento, nessa girar de emoções, que nos leva além do que nós mesmos pensávamos que poderíamos chegar. A vida é um jardim - e lindo! -, basta que saibamos cuidar dele. Que o nosso jardim seja bem florido e com o mínimo de ervas daninhas possível! 

Erica Ferro

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26/01/16

Música: Amo covers!

E aí, povo! Tudo certinho?
Quem me lê há mais tempo sabe da paixão que eu tenho pela música, embora não cante nada nem toque instrumento musical algum.
Eu sou uma admiradora da boa música e mergulho nesse universo de sons em busca de agradáveis descobertas.
Recentemente descobri duas estrelas do YouTube, por assim dizer, e gostei bastante de seus respectivos canais. Falo da alemã Nicole Cross e de Leroy Sanchez, espanhol que mora nos Estados Unidos desde 2011 a fim de concretizar o seu sonho de ser um grande nome da música. Descobri-os totalmente por acaso, vasculhando o YouTube, e adorei as suas vozes singulares e tocantes. São vozes afinadas e ótimas de se ouvir. São jovens talentosos com um promissor futuro.

Quando conheci os canais da Nicole e do Leroy, não senti o desejo de saber muito mais sobre eles naquele momento. Estava muito entretida os ouvindo e me bastava saber que Nicole era da Alemanha, tinha 22 anos e amava cantar. Com a exceção da minha desconfiança acerca da sua origem espanhola, por conta do seu sobrenome, pouco sabia sobre Leroy, pois a sua bio no YouTube não me dizia quase nada. Tudo bem, estava ocupada vendo vídeo após vídeo, muito encantada com o jeito doce de cantar desse rapaz. 

Óbvio que poderia fazer um post apenas com os vídeos, sem mais nenhuma informação adicional. Entretanto, achei mais bacana investigar sobre eles e, assim, publicar algo não só sobre as músicas deles mas também acerca de suas vidas e carreiras. E, olhem só, descobri bastante coisa!


Nicole Cross


Nicole, jovem cantora alemã, tem 22 anos e é natural de Nuremberg. Antes de ser famosa no YouTube, trabalhou como enfermeira. Atualmente, Nicole tem 653.504 inscritos em seu canal, no qual posta seus covers, geralmente de músicas que estão em alta no momento. No dia 23 de dezembro de 2015, ela postou um cover da canção Hello, da cantora Adele, e foi um sucesso, ainda mais quando o ator hollywoodiano Ashton Kutcher compartilhou o seu vídeo. Posterior ao compartilhamento de Kutcher, Nicole passou a ser contactada por gravadoras e a moça está analisando as opções com cuidado, mas, de pronto, anuncia que muita coisa boa acontecerá em 2016 em sua carreira. 


Leroy Sanchez


De acordo com a bio no site oficial de Leroy, esse belo moço é natural de Vitoria, Espanha, e desde a mais tenra infância demonstrou ter uma voz poderosa e encantadora, capaz de cativar a muitos. É um músico autodidata, o que fez com que minha admiração por ele crescesse um pouco mais. Músicos e cantores autodidatas me fazem pensar que há pessoas que nasceram com o dom inteiramente desenvolvido e trabalhado de (en)cantar. Há os que possuem talento, mas precisam se esforçarem mais, é como o dom tivesse que passar por um processo de lapidação diário, árduo e contínuo. Não é demérito, afinal, precisamos trabalhar nossas habilidades a fim de ter um rendimento cada vez melhor - e isso se aplica a tudo na vida. Contudo, é impressionante quando observamos algumas pessoas que aparentemente já nasceram prontas para brilhar e ganhar o mundo. São pessoas que nasceram com "a bunda virada pra lua"? Não sei, nunca saberei. Apenas sei que isso é uma dávida e que não pode jamais ser desperdiçado. Aos 15 anos, postou o seu primeiro vídeo no YouTube e, desde então, tem sido sucesso de visualizações em todo o mundo. Em 2011, segundo informações encontradas na Wikipédia, o produtor Jim Jonsin, que já produziu grandes músicas de cantores como Beyoncé, Usher e Lil Wayne, viu alguns vídeos desse talentoso espanhol e se interessou pela música dele. Após alguns acordos e reuniões por intermédio de seu produtor, Leroy assinou um contrato com a gravadora Rebel Rock, fundada em 2006 pelo próprio Jim, e em breve lançará o seu primeiro álbum de estúdio. Hoje, o canal de Leroy conta com 1.520.215 inscritos. 

Agora, vamos conhecer as vozes desses dois jovens. Escolhi três músicas que ambos fizeram covers e lançaram em seus canais, então será bem bacana ouvir a versão de cada um de "Love Me Like You Do", de Ellie Goulding, "Thinking Out Loud", de Ed Sheeran, e "Hello", de Adele, exatamente nessa ordem.

Nicole cantando Ellie Goulding:



Leroy cantando Ellie Goulding:



Nicole cantando Ed Sheeran:



Leroy cantando Ed Sheeran:



Nicole cantando Adele:



Leroy cantando Adele:



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Por hoje, é só. Espero que tenham gostado da postagem de hoje.
Postem nos comentários as suas opiniões e, se tiverem indicações de alguns cantores e/ou bandas que fazem covers, não deixem de me apresentar.

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24/01/16

24/01: Dia Mundial de Consciência Sobre a Síndrome de Moebius


No dia 18 de julho de 2015, fiz uma postagem muito importante aqui no blog - e muito emocionada também. Falei abertamente, como nunca havia falado antes, sobre a síndrome que tenho. A maioria já sabia que eu tinha algum tipo de deficiência, nunca escondi que não tenho a mão esquerda, o pé direito e paralisia facial. Entretanto, nunca havia contado o que ocasionou essa minha má formação congênita. Então, no fatídico 18 de julho, consegui superar todos os meus receios e postar sobre um assunto extremamente sério, mas, ao mesmo tempo, essencial, que deve ser divulgado, para que essa condição tão rara um dia seja devidamente conhecida nos quatro cantos do Brasil e do mundo, a fim de minimizar a desinformação que tanto causa tolos preconceitos e cruéis discriminações.

Dia 24 de janeiro é um dia especial tanto para os portadores da Síndrome de Moebius quanto para os seus familiares e amigos, pois é um dia em que pessoas do mundo todo se voltam para reflexões concernentes a síndrome, bem como comemoram as suas conquistas e relatam as suas histórias de vida. 

Eu poderia dizer que ter uma síndrome que afeta diretamente a face, mais precisamente o sexto e sétimo nervos cranianos responsáveis pela mímica facial e pelo movimento lateral dos olhos, não é um campo de violetas. Ainda mais se levarmos em conta a exaltação de corpos e rostos perfeitos que a sociedade impiedosamente prega e, em vão, tanto busca.

Eu também poderia dizer que aprendi, ao longo dos meus 25 anos, a me desvencilhar dos pensamentos de inferioridade em relação aos seres humanos ditos normais. Não sou FORA DO NORMAL por ter uma raríssima síndrome. Sou FORA DO NORMAL por ter me transformado no que sou eu hoje, apesar de todos os empecilhos que surgiram em meu caminho. Sou FORA DO NORMAL porque soube lidar com as palavras ofensivas e olhares de pena e/ou repulsa dirigidos a mim. Sou FORA DO NORMAL porque me recuso a entregar os pontos, mesmo quando sinto que não me encaixo nesse mundo caótico e extremamente discriminador. Sou FORA DO NORMAL porque ainda acredito na capacidade das pessoas de surpreenderem positivamente umas às outras. Há uns seres desumanos que se assemelham a maçãs podres, e tudo o que eles mais querem é minar a alegria dos outros. São esses seres que desestabilizam tantas pessoas tidas como diferentes e fora de um padrão inalcançável que alguma criatura sem noção criou. Desconsideremos-as. Foquemos nossos olhares nas doces e boas maçãs.

Eu poderia dizer mais: que devemos buscar uma força imensa que há dentro de nós. Força essa que é inesgotável. Essa força nos mostrará a verdade que tantos membros dessa louca sociedade ignoram: o que mais importa em um ser humano não pode ser visto, apenas sentido. O que realmente é importante “é invisível aos olhos”, já dizia Antoine de Saint-Exupéry. Falo de essência, do que carregamos na alma e no coração.
Mas nesse dia arroxeado – cor que se escolheu para representar a nossa síndrome - só quero dizer uma coisa: ignoremos toda a negatividade, nos agarremos ao que nos faz bem e nos torna seres melhores e jamais deixemos de ser felizes. A vida vale a pena, sempre. A existência é da cor que nós damos a ela. E eu quero que a minha continue sendo um lindo arco-íris.

Meu nome é Erica Ferro, tenho 25 anos e sou alagoana. Sou estudante de Biblioteconomia e nadadora paralímpica. Mas, sobretudo, sou uma sonhadora – e não sou a única #‎beijosjohnlennon.
Faço questão de desconhecer limites. Não tenho asas, mas teimo em voar. Sacudir esse mundo é algo que me atrai, me distrai e me impulsiona a querer sempre mais.
“Para o alto e avante!”, como diz minha amada amiga Isabella Robinson.

Agradeço aos meus familiares e amigos queridos, que sempre me brindam com lindas palavras e adoráveis elogios e incentivos. A vida é mais colorida e bonita com vocês! Estamos juntos e misturados, sempre! Meu sorriso está no rosto de cada um de vocês. E isso não tem preço! Muito obrigada por tudo!

Sigamos todos, pois, com força, graça e fé!

Erica Ferro