Fui convidado pela Erica para escrever sobre um dos mangás mais famosos da última década, Death Note. Antes de iniciar, começarei me apresentando: Sou o Pedro S. Ekman, autor da trilogia "Cidade das Trevas" (volume 1, volume 2, volume 3) e também escrevo a coluna "Crítico Nippon" no Elfen Lied Brasil (onde a crítica a seguir foi originalmente publicada).
Já fui convidado para falar desta obra no site Leitor Cabuloso, como convidado de um podcast. Esta crítica contém spoilers do início ao fim, então caso não conheça a obra, sugiro que escute primeiro o podcast.
Death Note é uma série tão impressionante que em questão de quatro anos, ganhou três filmes, um anime para televisão, duas versões especiais do diretor, lançamento dublado no Brasil e em mangá pela JBC.
Já revi diversas partes do anime, inúmeras vezes, e o mangá li todo ele quatro vezes.
Assim, com o tempo, fui anotando diversas novas estratégias que me vinham em mente e pareciam bastante válidas, então vim compartilhar com os meus leitores.
Sem mais delongas, vamos brincar de L e Kira:
