29 março 2013

Um monte de coisa num post só

Ói eu de novo e novamente na área! E pra falar de amor (de novo e novamente). O amor é...
Brincadeira, gente! Hoje não vim falar de amor. Não que eu não queira falar de amor, porque vocês sabem que eu adoro escrever sobre o sentimento mais lindo de todos, certo? Ele, o amor, o mais belo, o mais sublime, o mais encantador, o mais...! Okay, chega, porque...
Hoje vou mudar um pouco o disco. A música que vai tocar é a da banda Caramba! e o nome da música é Surpreendente. Não, vocês não estão entendendo bulhufas, mas deixem-me explicar: eu precisava  publicar algo aqui contando pra vocês do sucesso que tem sido o post que fiz sobre o livro A culpa é das estrelas, do escritor fofíssimo, lindo e maravilhoso John Green
Quando eu escrevi as minhas impressões sobre o livro, sabia que algumas pessoas iam gostar de ler, que iam gostar do que eu tinha escrito, mas jamais imaginei que o post seria visualizado por quase dez mil pessoas (em números exatos: 9609, mas algo me diz que assim que terminar esse post, esse número vai ter aumentado espantosamente). Porque, sim, o post foi visualizado quase dez mil vezes. Foi, sem dúvida, o post mais visualizado do Sacudindo Palavras
Tenho sido uma blogueira menos assídua (tanto em posts quanto em visitar blogs) do que anos atrás, e saber que praticamente dez mil pessoas passaram por aqui pra ler o que escrevi sobre um livro que li foi algo surpreendente. Eu não imaginava que o post teria tantas visualizações assim. Tudo bem que esse povo todo não comentou no post, mas só o fato de saber que passou toda essa gente por aqui é algo que realmente me choca (positivamente).
Aliás, outro post que tem feito sucesso e que tem quase cinco mil visualizações é o que fiz sobre o filme Now Is Good
Qual a finalidade desse post? Agradecer. Sim, agradecer a todos vocês que passam aqui pelo Sacudindo Palavras, que leem, que comentam. Aliás, comentem, por favor. Não é nem por ser mais um número, mas é só pra eu saber quem passou por aqui e o que sentiu ao ler o que escrevi. Quando a gente comenta, interage com o blogueiro, diz o que pensa a respeito daquilo que leu. É nessa troca de comentários que nasce o estreitamento de laços. Foi assim, trocando comentários, que conheci muita gente bacana aqui na blogosfera, e sei que continuarei a conhecer.
Eu, definitivamente, adoro ser blogueira. Eu sou uma blogueira feliz, saibam disso. Porque blogo sem pretensão e os frutos dessas blogagens despretensiosas são tão lindos, tão além do que a minha imaginação poderia criar.
Obrigada, pessoas bonitas. Vocês são o adoçante do meu suco de maracujá no café-da-manhã (oi? ~risos~).
Ah, e hoje a Natália Pereira, do blog Mundo de Nati, fez um top 5 de blogs que devem ser lidos, e advinhem?! O Sacudindo Palavras estava entre os cinco. Thanks, Nati! Obrigada pela consideração, pelo carinho, por ser uma leitora do Sacudindo há muito, muito tempo. Estamos juntas nessa vida de blogueira!
Acabou o post? Não! Não sem antes fazer umas divulgações básicas. 
Para quem não sabe, participo de diversos blogs (além do Sacudindo Palavras). Okay, quando digo diversos, quero dizer três blogs. Quero que vocês conheçam um pouco de cada um deles, que façam uma visita e conheçam os blogueiros bacanas que me acompanham por outras andanças.

Começando, então, pelo Pensamentos Devaneantes. Blog criado em 2009, inicialmente apenas em parceria com a Letícia Christmann, mas que depois ganhou mais uma integrante: a queridona Karol Coelho.

Breve apresentação do Pensamentos Devaneantes
Despejamos aqui dos nossos mais simples aos mais complexos pensamentos.
Não prometemos curas, milagres, nem mesmo sorrisos. Apenas despimos nossas almas com as palavras de nossos corações. Somos exageradamente românticas e temos como maior fonte de inspiração o mais insidioso e paradoxal sentimento: o amor (ou a falta dele).
Visitem-nos, sigam-nos, (per)sigam-nos. Errr, não... nada de nos perseguir. Não, por favor, não nos persigam (risos toscos). 

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Agora... quero apresentar a vocês o blog mais arretado de todos os blogs de toda a blogosfera blogante e blogueira! Que desgraça foi isso que falei agora? Apaga tudo! (risos toscos ²) Todo esse alarde é pra falar do Gurias Arretadas. Blog criado em 2011 e... (leiam o 'mais' na apresentação)

Breve apresentação do Gurias Arretadas
O blog reune cinco gurias de diferentes cantos do país. Cada uma com suas próprias ideias, cultura e seu sotaque na blogosfera. Todas têm em comum a vontade de traduzir em palavras o que pensam e sentem.  A proposta é que cada uma escreva em um dia definido sobre o que quiserem. Um dia por semana elas folgam e escolhem um texto de um(a) autor(a) ou blogueiro(a) que gostem para ser publicado.
Curtiram? Então vão ver se tem postagem nova no Gurias Arretadas! (risos loucos) E falando em curtir, curtam a fan page do Gurias Arretadas. Ah, e nos sigam no Twitter também. Porque nós somos tri arretadas, estamos nas principais redes sociais e somos sensacionais. Okay, essa rima foi tosca pra cacilda. Sorry! Não vai se repetir. Mentira, vai se repetir, porque todas as minhas piadas são toscas... Enfim, um dia vocês se acostumam. Ou não.


E o último, mas não menos importante, é o 5ATEXTO. Blog criado em... 2013. É um bebê, gente! Um bebê lindo! Blog sonhado por um jornalista chamado Tony Marlon, cara gente fina pra caramba, que todos os dias faz sua parte pra melhorar esse mundo que a gente vive; um cara cheio de ideias geniais, com ideais que emocionam e impulsionam quem está a sua volta pra também lutar por uma vida melhor, por um mundo melhor, mais habitável. Tony, meu caro, te admiro imensamente!

Breve apresentação do bebê 5ATEXTO
Da 5ASECO, uma linda banda de meninos e violões, a inspiração para o nome desse encontro virtual. Dela, também, de uma certa forma, a inspiração inclusive para o próprio encontro. A música chama-se “Ou não”. Aqui, um trecho recitado pelo seu compositor Vinicius Calderoni, que integra a banda. Qual é a caneta nossa de cada semana? Sobre o que queremos falar verdadeiramente? O que está aí, circulando, que mereça nossa atenção? Ou não: o que flutua aqui, internamente, que mereça nossas palavras? Essa é só uma provocação para 5 formas diferentes de ver o mundo se encontrarem. Um tema; 5 pessoas; 5 formas diferentes de contá-los ao mundo.
Gostaram? Então passem lá no 5ATEXTO e deem uma curtida na fan page do blog também.

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Pronto, acabei! Escrevi muito hoje, hein? Cacilda! Mas enfim, é isso. Apareço por aqui qualquer dia desses, uma hora qualquer, pra falar sobre sei lá qual assunto.
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Deem aquela curtida maravilhosa na fan page do Sacudindo Palavras e (per)sigam o blog no Twitter também.
(...)
Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!

21 março 2013

Resenha: Uma questão de confiança - Louise Millar


Uma questão de confiança
Louise Millar
Editora Novo Conceito
384 páginas
☺☺☺

Em um subúrbio tranquilo de Londres, algumas mães se ajudam através de amizade, favores e fofocas. No entanto, algumas delas não parecem confiáveis e outras têm segredos obscuros. Quando Callie se mudou para seu novo bairro, pensou que seria fácil adaptar-se. Contudo, os outros pais e mães têm sido estranhamente hostis com ela e com sua filha, Rae, que também descobriu como é difícil fazer novas amizades.Suzy, seu marido rico e seus três filhos parecem ser a única família disposta a fazer amigos, mas, recentemente, a amizade com Suzy anda tensa. Ainda mais com a atmosfera pesada que pairou sobre o bairro após a chegada da polícia e o relato de um possível suspeito morando no bairro.
O que Callie e sua pequena Rae podem esperar? Em quem confiar? E, sobretudo, como imaginar que certas atitudes rotineiras podem colocar em risco a vida de sua pequena filha? Verdades e mentiras parecem se esconder nestas pequenas casas.

Suspeito que a sinopse de Uma questão de confiança não atraia os leitores com facilidade. Afinal, o que pode existir de tão interessante nas vidas de mães de um subúrbio de Londres? Nada? Errado. Há muitas coisas ocultam por debaixo do tapete (não literalmente falando).
Quando a sinopse de Uma questão de confiança, fiquei curiosa. Pensei: "Cara, nesse mato tem coelho. Quero ler esse livro e descobrir o que ele me reserva.". E não me arrependi.
Uma questão de confiança prende o leitor paulatinamente, e, a cada capítulo, nos intriga um pouco mais a respeito de cada personagem. Quem eles foram um dia e no que se tornaram hoje?
O foco da estória é, basicamente, três mulheres: Callie, Suzy e Debs. Callie e Suzy desde o começo do livro têm um vínculo, uma ligação de amizade; já Debs surge depois na vizinhança, e é então que as coisas começam a mudar. As estórias, então, se misturam, se confundem e se entrelaçam. Perguntas surgem ao leitor. Respostas são dadas de forma gradual. Nem tudo é o que parece ser. Nem todo mundo parece ser o que é. E, com o passar das páginas e mistérios sendo gradativamente revelados, o leitor tem uma bela surpresa: no suspense de Louise Millar todo mundo tem sua parcela de culpa. Ninguém é cem por cento bonzinho e/ou perfeito. E eu gosto de livros assim, que mostram o ser humano como de fato ele é: errante.
Porém, o que mais me surpreendeu foi que, no fim das contas, quem parecia mais culpado é o que menos de fato tinha culpa em toda a trama. Claro que eu não vou dizer quem é, porque isso seria dar um spoiler gigantesco.
Dei três estrelas ao livro, porque é um livro bom. Não sei se eu sou exigente demais ou sei lá, mas senti que a Louise Millar poderia ter explorado mais alguns personagens, algumas situações, porque, dessa forma, o livro seria ainda melhor e mais cativante. Entretanto, mesmo dizendo que a Louise não atentou para algumas questões, tenho que dizer que ela é boa escrevendo. Não, ela não é do tipo que prende o leitor logo na primeira página. Ela prende devagarzinho, com jeitinho e, em certo momento do livro, você não consegue largá-lo, porque você quer saber mais e mais o que acontece a seguir. 
Não encontrei nenhum erro de digitação ou de ortografia na edição da Novo Conceito. A diagramação é simples, mas é legal. A capa também é bonita, nada muito ultra empolgante, mas ainda assim bonita. Gostei do balãozinho voando. Não sei por que, mas acho bonito balões voando pelo céu.
Se você gosta de suspense, esse é um bom livro. Mas não leia esperando grandes revelações ou coisas inimagináveis. Porque o livro trata apenas de seres humanos sendo humanos, ou seja, cometendo falhas. O que, pra mim, sempre é algo interessante, pois tenho essa coisa de querer explorar a mente humana e saber até aonde ela pode ir.


Book trailer:


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Bem, essa é a primeira resenha que faço de um livro que recebo de parceria da Editora Novo Conceito, por isso é uma resenha especial. Acho que deveria ter feito um post com algumas fotos que eu tirei tanto da primeira caixa que recebi da editora quanto dos livros, mas, enfim, adiei e acabei não fazendo. Mas, quem quiser ver essas fotos, clique aqui e aqui.
curtiram a fan page do blog e seguiram no Twitter? Não? Pois curtam e sigam-me os bons!
Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!

14 março 2013

Hoje é dia de poesia!


Dia da poesia é todo dia
Todo dia faço poesia
Versejo, porque acho
bonito, porque minha
alma pede que eu deixe
o verbo traduzir o coração

Dia da poesia é todo dia,
mas eu não sei rimar.
E peço perdão, desde já,
por ser uma poetisa torta,
uma pseudo poetisa.

Dia da poesia é todo dia,
ainda mais em dias de sol, 
porque são dias mais felizes,
porque combinam com a cor
dos seus olhos, cor de caramelo,
cor de mel, cor do amor.

Dia da poesia é todo dia,
e eu quero dizer que eu amo 
você hoje e todo dia.
Porque o que eu sinto 
por você é poesia,
poesia das mais lindas,
das mais intensas,
das mais complexas.

Porque todo dia é dia de amar.
Porque todo dia é dia de poetizar.
A vida é a ideia de um poema
que espera o nosso versejar.

Erica Ferro

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Hoje é o dia nacional da poesia, e essa é a minha pequena e torta contribuição ao dia de hoje. Não, eu realmente não sei poetizar, mas eu gosto de brincar de fazer versos, de criar rimas bobas ou poemas sem rima e sem sentido algum. Gosto de brincar de escrever. É uma brincadeira gostosa e me faz um bem danado.
Se puderem e quiserem, curtam a fanpage do blog e sigam o Sacudindo Palavras no Twitter.
Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!

03 março 2013

Resenha: A culpa é das estrelas - John Green



A culpa é das estrelas
John Green
Intrínseca
288 páginas 
☺☺☺☺☺  

A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.




O que dizer de A culpa é das estrelas? O que dizer, sinceramente? Eu não sei. Sério, não sei. Não sei mesmo. Porque eu queria dizer muitas, mas muitas coisas. Talvez essa será a resenha em que menos falarei do enredo (até porque as boas resenhas não revelam muito - ou até mesmo nada - do enredo).
Eu quero falar do que senti ao ler o livro. É um livro lindo. Sim, lindo. Não estou ignorando a parte que ambos, Hazel e Augustus, têm câncer e passam por maus bocados no livro. Quando digo lindo, nem sempre quero dizer feliz, colorido, alegre. Mas o livro é lindo porque tem uma beleza toda única, porque desperta inúmeras sensações em quem o lê, porque faz refletir sobre uma porção de coisas, porque nos faz rir. Porque Hazel e Gus riem de sua própria "desgraça", por assim dizer. Fazem piada sobre o câncer, e isso para algumas pessoas pode soar estranho ou até mesmo de mau tom. Porém, honestamente, levar a vida com bom humor é uma das melhores maneiras, porque, de algum modo, isso alivia o peso das dificuldades, deixam as coisas mais leves. Deixa a vida mais leve.
Hazel, à princípio, me pareceu um pouco chatinha (não sei explicar ao certo o porquê) - aliás, o livro é narrado em primeira pessoa, por Hazel. Mas só no começo mesmo, porque depois notei o quanto genial ela é, o quanto suas tiradas são fantásticas e sua ironia, finíssima. 
— Vai chegar um dia — eu disse — em que todos vamos estar mortos. Todos nós. Vai chegar um dia em que não vai sobrar nenhum ser humano sequer para lembrar que alguém já existiu ou que nossa espécie fez qualquer coisa nesse mundo. Não vai sobrar ninguém para se lembrar de Aristóteles ou de Cleópatra, quanto mais de você. Tudo o que fizemos, construímos, escrevemos, pensamos e descobrimos vai ser esquecido e tudo isso aqui — fiz um gesto abrangente — vai ter sido inútil. Pode ser que esse dia chegue logo e pode ser que demore milhões de anos, mas, mesmo que o mundo sobreviva a uma explosão do Sol, não vamos viver para sempre. Houve um tempo antes do surgimento da consciência nos organismos vivos, e vai haver outro depois. E se a inevitabilidade do esquecimento humano preocupa você, sugiro que deixe esse assunto para lá.
- Hazel
E o que falar do Gus? Não sei. Sinceramente, eu não sei. Porque, cara, como vou falar de um personagem por quem eu me apaixonei perdidamente e desejo insanamente que seja real pelo menos por um momento e que vivamos um puro romance fugaz? É assim que o vejo. Lindo. Sonhador. Doce. Romântico. Gentil. Um doce de coco. Um amor para toda a vida. O personagem mais lindo de todos os personagens do universo. Sim, eu realmente me apaixonei pelo Gus. Adorava quando ele chamava a sua amada por seu nome composto: Hazel Grace. Meu nome não é composto, mas eu realmente ficaria toda derretida se ele me chamasse de "Erica Ferro, minha amada adorada". Sim, sim, eu realmente não bato bem da cabeça.
Estou apaixonado por você e não quero me negar o simples prazer de compartilhar algo verdadeiro. Estou apaixonado por você, e sei que o amor é apenas um grito no vácuo, e que o esquecimento é inevitável, e que estamos todos condenados ao fim, e que haverá um dia em que tudo o que fizemos voltará ao pó, e sei que o sol vai engolir a única Terra que podemos chamar de nossa, e eu estou apaixonado por você.
- Augustus
O amor dos dois: ai, que coisa linda! Ai, que coisa encantadora! É um amor que não acontece loucamente, rapidamente e torridamente. O amor dos dois se dá paulatinamente. E isso que é o mais lindo de tudo. É um amor daqueles bem doces, sutis e singelos, sabe? Não, você, caro leitor, só saberá se ler o livro, porque você não faz ideia da lindeza que é o amor desses dois jovens.
Me apaixonei do mesmo jeito que alguém cai no sono: gradativamente e de repente, de uma hora para outra.
- Hazel
Preciso falar do Isaac também, um mocinho muito gente fina. Sim, ele cai em algumas crises de angústia, de tristeza, de questionamentos, o que é normal, mas também é igualmente bem-humorado e encantador. Hazel, Augustus e Isaac formavam um belo trio.
Houve um momento do livro que me entristeceu bastante. Não posso contar pra não dar nenhuma informação que não deve ser dada, mas é algo que, de alguma forma, eu já esperava. Esse acontecimento triste, apesar de ser mesmo muito triste e rasgar o coração dos leitores, não diminui a beleza do livro. Sei que muita gente esperava um final diferente, mas, sinceramente, não me decepcionei com o final, porque achei realista e sincero. Afinal, alguns infinitos são maiores que outros.
Fiquei muito feliz com a notícia de que vão fazer uma adaptação cinematográfica do livro. Quer dizer, contente, mas também apreensiva, porque raramente filmes baseados em livros satisfazem totalmente aos leitores. Porém, se for uma adaptação bem feita, vai ser algo lindo de se ver. Que escolham um Augustus Waters bem coisa fofa, bem apaixonante, porque eu quero suspirar muito vendo o filme. 
Enfim, A culpa é das estrelas é um livro que provoca emoções das mais diversas, mas, sobretudo, que encanta. John Green ganhou meu coração para todo o sempre.
Indico o livro a quem gosta de romance e quem gosta de se emocionar verdadeiramente com uma estória que, sim, é um tanto sofrida e tem um tema "pesado". Indico o livro àqueles que vêm uma certa beleza na tristeza. Àquelas que acreditam no amor. Àquelas que amam. Àqueles que... Ai, leiam o livro, porque é belíssimo!

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Há muito tempo que eu deveria ter comentado aqui sobre A culpa é das estrelas, mas não estava conseguindo me concentrar direito por esses dias e fui procrastinando até hoje.
Espero que curtam a postagem de hoje e que resolvam ler o livro. Quando lerem, me procurem e me digam o que acharam. Vou adorar ler a opinião de vocês sobre o livro.
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Um abraço da @ericona.
Hasta la vista!